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Dotado para o serviço: Felipe

Lição 12

013 a 20/08/2008


Não estava nos planos originais de Deus que a fina flor da Sua juventude, ou qualquer outra categoria do Seu povo, fosse conviver, na qualidade e categoria de cauda ( rabo ), com nações pagãs (Dt. 28:13), mas, por causa da rebelião e contínua transgressão das leis de Deus ( Dan. 8:11 ), até o ponto em que não houve mais remédio ( II Cor. 36:15-16 ), o povo escolhido de Deus foi levado para as Nações pagãs como cauda e não como a cabeça, segundo era o plano original divino, neste plano original de Deus, o Seu povo estava comissionado a ir a estas Nações com a luz da Palavra de Deus, mas como donos da situação e não levados a força por estas Nações, esta situação adversa e contraria ao plano de Deus, aconteceu como conseqüência natural do comportamento do povo de Deus e mais particularmente da Sua liderança, porém, como é próprio do caráter de Deus, Ele providenciou para que todas as aquelas maldições fossem transformadas em bênçãos, e, estas bênçãos foram vistas de maneira particular e em especial, nos reinos de Babilônia e no reino da Pérsia, nas pessoas dos cativos fiéis que foram levados por ocasião do Cativeiro babilônico; era plano de Deus salvar Babilônia ( Jr. 51:9 ) através de Sua Nação missionária, o povo de Israel, assim como a todas as Nações da terra. (Gen. 22:18;Isa. 60:3 ), mas, esta missão em terras pagãs, seria exercida por estes missionários, não como cauda, mas como cabeça, não como escravos mas como libertadores de escravos, esta Nação teria se tornado a rainha das Nações, com o Desejado de todas as Nações como o seu líder ( Ag. 2:7 ), mas Israel Nacional falhou e se enveredou por uma apostasia crônica e permanente atingindo assim o limite máximo da justiça, do amor e da misericórdia de Deus, quando escolheu a Barrabpas como seu líder e a César como Seu rei em lugar de Cristo como seu Líder e Rei, condenando-O a morte através da autoridade  romana e pedindo que o Seu sangue caísse sobre eles e seus filhos. João 18:39-40; 19:15 e Mt. 27:25, cumprindo assim, as Palavras de Cristo sobre a substituição daquela Nação, por outro povo que desse os seus frutos ( Mt. 21:43 ), ou seja, a igreja estabelecida por Cristo para que esta cumprisse a missão em terras pagãs, a qual Israel tinha falhado como Nação Teocrática.

Na experiência daqueles quatro missionários em missão em Babilônia, podemos visualizar o que teria ocorrido entre todas as Nações do mundo, se aquela experiência tivesse sido a experiência, não de apenas uns poucos membros desta Nação, mas sim, de uma Nação inteira em missão em terra pagã, teria se cumprido a profecia de Isaias de que “as Nações caminhariam a sua luz, e os reis ao resplendor que teria nascido a partir desta Nação.” Isa. 60:3.

Verso para memorizar: Note o seguinte: Cristo está nos dizendo aqui que esteve crucificado, morto e colocado na sepultura, mas que não permaneceu crucificado, morto e sepultado; o Cristo crucificado mencionado em I Cor. 2:2, precisa ser entendido como o Cristo que “foi” crucificado, mas a ênfase e o foco da nossa pregação precisa ser o Cristo Vivo e Glorificado exercendo o Seu ministério Sacerdotal e Sumo Sacerdotal no Santuário Celestial.

 

Parte de domingo. Um fundamento espiritual.

Perg. 01 – A Bíblia diz que, “Pela Palavra do Senhor foram feitos os Céus, e todo o exército deles, pelo sopro de Sua boca.” S. 33:6; nós e nossos filhos somos parte deste exército, embora Deus tenha criado o homem por um processo manual e artesanal, a vida lhe foi concedida pelo sopro de Sua boca, segundo Gênesis 2:7; ora, se Deus ao soprar em um ser completamente sem vida, o fez viver, isto significa que, por Sua Palavra escrita, pode nos vivificar espiritualmente e fisicamente também, e, esta é a importância de apelar para todas as formas e maneiras para inculcarmos nos filhos e em nós mesmos, a Palavra de Deus, porque é no Espírito de vida desta Palavra que está o poder vital divino para nos livrar do poder do pecado. Ver. Sl. 119:11; este é o fundamento espiritual para a vitória e todas as áreas da vida.

 

Parte de segunda feira. As primeiras provas.

Perg. 02 – Uma cultura e educação contrária aos princípios da educação e cultura da Palavra de Deus, as quais foram enfrentadas pela fé como sendo o firme fundamento das suas crenças e uma firme determinação de permanecer fiel sob qualquer circunstâncias.

Perg. 03 – A palavra chave, ou palavras chaves, foram: decisão firme contra a contaminação do alimento do rei o qual não estava em harmonia com a vontade de Deus e Suas leis.

Perg. 04 – Poderia terem alegado que desde que as suas intenções eram as de serem fiéis as leis de Deus, e visto que recusar os alimentos da mesa do rei, significaria risco de vida, seria fanatismo e extremismo, hão participar “prudentemente” e temporariamente das iguarias reais. Esta teria sido a mentalidade de muitos daqueles que se encontram em missão pressionados por circunstâncias adversas, mas esta não foi a posição daqueles heróis da fé que com suas atitudes e prontidão de servir a Deus sem hesitação e confiantes nas providências divinas, mudaram o curo as história da humanidade e que, por intermédio destes jovens, o maior monarca daquela época, se converteu as leis do Deus de Israel.

 

Parte de terça feira. Deus de todos.

Todos e tudo o que existe no Universo pertence a Deus, por criação e por redenção, mas nem todos tem a Deus como Seu Senhor e Soberano em suas vidas, portanto, embora todos pertençam a Deus, Ele não é, na realidade, o Deus de todos.

Perg. 05 – Note o seguinte: A salvação divina é sempre extensível a todas as Nações e todos os povos do planeta, mas isto é assim, para que estas Nações se enquadrem nos padrões divinos e não para que permaneçam em seus erros, note estas palavras: “Aos estrangeiros que se chegarem ao Senhor para O servirem..., todos os que guardarem o sábado e os que abraçam a Minha Aliança. Etc.’ Verso 6.

Perg. 06 – Impossível era para os hebreus impedir que os pagãos lhes chamassem por nomes de seus deuses em homenagem a estes ídolos, mas eu duvido que entre eles e particularmente,  eles se denominassem como tais.

 

Parte de quarta feira. Intérprete de sonhos.

Dar interpretação a um sonho é uma coisa, mas dar a revelação, ou dizer, em detalhes, o sonho que alguém tenha sonhado, é outra coisa, para este último caso, é, necessário conhecer as profundidades da mente de alguém, e, somente Deus é capaz disso, nem mesmo a própria pessoa é capas disso; Sl. 139:23;19:12; I Cr. 28:9;Sl.26:2;Jr. 17:10; esta foi a razão porque os sábios de Babilônia não tiveram capacidade de revelar o mistério que envolvia a mente de Nabucodonozor, eles lidavam com poderes limitados, não estavam associados a Onipotência de um Deus Todo Poderoso como Daniel estava, e, este rei percebeu esta limitação e interpretou como sendo atitudes subversivas contra o seu reino, ou, quem sabe, começou a deduzir que em outras ocasiões anteriores teria sido enganado por estes charlatões; estes sábios em astrologia, eram bem pagos pelo governo para adivinharem todas as tramas dos inimigos do reino e, agora pode se ver a falácia dos seus recursos para atenderem e resolverem este mistério, daí a indignação e a fúria do rei. As palavras dos sábios: “somente os deuses cujas moradas não é com a carne,” deram testemunho posteriormente, quando o segredo foi revelado a Daniel, contra eles próprios e a favor de Daniel, de que eles não estavam lidando com um Deus Todo Poderoso e Onipotente.

Perg. 08 – Qualquer que seja a situação que estejamos passando, precisamos aprender a louvar e agradecer a Deus pelo Seu livramento ; Daniel e seus irmãos de fé fizeram isso depois que receberam a bênção pedida, nós precisamos aprender a fazer isso, antes de recebermos as bênçãos pelas quais estamos pedindo; a nossa fé precisa ser muito mais poderosa do que a fé dos nossos pais, porque somos a única geração da história que estará muito em breve, vivendo diante de um Deus Santo sem Intercessor, nós teremos que possuir a fé igual e tão poderosa como a fé que Jesus possuía quando esteve entre nós. Apc. 14:12. Al.Rev.Corg.de 1969. Estamos nos aproximando deste alvo, ou estamos ainda vivendo como anões na fé? Não devemos nos esquecer que a fé como um grão de mostarda, nos foi dada por Deus para que esta se torne uma grande árvore e não para que permaneça como um grão de mostarda.

 

Parte de quinta feira. Duas provas de vida ou morte.

Uma fornalha sete vezes mais quente e, uma cova de leões ferozes com muitos dias de jejum, e, três jovens possuidores de uma fidelidade a qualquer prova e absolutamente incondicional, note estas suas palavras e testemunho heróico de uma fé inabalável: “Deus nos livrará das tuas mãos oh rei, porém, mesmo que ele não o fizer, nós não serviremos aos teus deuses.!” Deus tem muitas formas de livrar o Seu povo das fornalhas de fogo e de covas de feras famintas, por mais quentes que sejam estas fornalhas e por mais ferozes e famintos que sejam as feras das covas nas quais tenhamos sido lançados. As vezes Deus nos livra destas fornalhas e feras, mas as vezes Ele nos livra quando já nos encontramos dentro destas circunstâncias, e, este livramento, também, pode ser por processos diversos, um mártir , por exemplo, que depõe a sua vida em uma fogueira ou em uma arena de leões ferozes ( como ocorreu na história de Roma e seu massacre de cristãos ), este mártir antes de passar por esta experiência, recebe de Deus o dom do martírio e graça suficiente para suportar heroicamente esta experiência sem desespero, sem temor e perfeitamente consciente da presença, ao seu lado, Daquele que é “Semelhante ao Filho de Deus,” e, Semelhante do Filho do Homem, Aquele Mesmo que passeava ao lado dos jovens hebreus na fornalha de Nabuconozor e que foi visto por Daniel a destra do Ancião de Dias no Tribunal divino no Santuário Celestial. Ver Dan. 3:25 e 7:13, Este que, também é o Deus Forte e Pai da eternidade. Isa. 9:6. Para esta classe de heróis mártires, o seu livramento ocorre em um momento num abrir e fechar de olhos e, isso, com a grande vantagem sobre aqueles que não sucumbiram nas provas e não foram mártires, porque estes mártires selaram os seus destinos para toda a eternidade tornando-se impossibilitados de perderem a sua salvação eterna, ao passo que os demais, saíram destas provas incólumes, mas ainda com a possibilidade de perderam as suas vidas eternas; partindo deste contexto, qual o livramento mais completo? É claro e lógico que é o livramento dos mártires. Quem levou mais vantagem, os que foram livrados apenas momentaneamente ou os que foram livrados para a eternidade?

Semelhante ao Filho dos Deuses. Dan. 3:25.  A pergunta muito importante que cabe aqui é: como que Nabucodonozor ficou conhecendo a respeito da semelhança do Filho de Deus, se ele era um pagão declarado cujo paganismo era um caso crônico? Existe apenas uma resposta: Através do testemunho dos hebreus fieis que conviveram em seu reino.

Que pela graça de Cristo, o poder de Deus Pai e a operação do Espírito Santo, possamos passar incólumes por todas as provas que possam vir sobre nós testemunhando com intrepidez dos heróis do passado, possuidores da fé de Jesus Cristo e vencedores como Ele foi Vencedor e selados para a eternidade. Amém 


Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.

Estado de S. Paulo.Brasil.

Classe Universitários

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El Profesor Gilson Nery, ha autorizado al Doctor Martínez a traducir y/o publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática

 


 

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